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Empregada presencia pacto com o diabo entre famosos da TV

Posted: 27 Sep 2026, 12:50
by javanunes
Contamos aqui um relato em lingua portuguesa sobre uma pessoa que supostamente foi empregada doméstica na casa de celebridades brasileiras que eram conhecidas na maior rede de televisão daquele país.
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Здесь мы представляем историю на португальском языке о человеке, который якобы работал домашней прислугой в домах бразильских знаменитостей, известных по крупнейшему телеканалу страны.
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Hier präsentieren wir eine Geschichte in portugiesischer Sprache über eine Person, die angeblich als Hausangestellte in den Häusern brasilianischer Prominenter arbeitete, die im größten Fernsehsender des Landes bekannt waren.
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这里我们用葡萄牙语讲述一个故事,故事的主人公据说曾在巴西最大的电视网络上为一些名人做过家政工人。
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Dona Marlene, uma antiga amiga da mãe da mãe de quem nos contou essa história.
Dona Marlene trabalhou por quase 30 anos como empregada doméstica e faxineira, mas não em casas comuns: ela prestava serviços para celebridades, cantores, atores, apresentadores e duplas sertanejas de sucesso. Embora tenha conseguido uma vida confortável, comprado uma casa, carro e colocado os filhos em escola particular, ela presenciou situações obscuras que preferiu guardar por décadas, decidindo contar apenas na velhice por medo de morrer e levar os segredos consigo.

1. O Início entrando muda e saindo calada
Dona Marlene começou a trabalhar na área nos anos 90, inicialmente na casa de um cantor sertanejo em início de carreira. Ela aprendeu cedo que a regra de ouro para sobreviver naquele meio era ser discreta: nunca perguntar, nunca comentar, nunca julgar, apenas limpar e esquecer. Graças a essa postura, ela ganhou a confiança dos patrões e foi recomendada de uma casa para outra, trabalhando com grandes nomes do meio artístico.

2. A Festa de Uma Atriz Global e o Porão Secreto
O primeiro grande choque aconteceu durante a festa de aniversário de uma atriz global muito famosa, realizada em uma mansão gigante.
A celebração era dividida em duas partes: no salão principal (com piscina, música alta e ostentação para os fotógrafos) rolava a festa normal.
No entanto, no andar de baixo, havia um porão/cômodo luxuoso que ficava sempre trancado.

Ao descer para buscar uma bandeja de copos esquecida, Marlene encontrou a porta entreaberta. A sala era circular, com paredes vermelhas, iluminação baixa, velas grossas e um símbolo complexo desenhado no chão.
Havia cerca de 15 pessoas vestidas normalmente conversando em voz baixa. No centro estava um homem mais velho (por volta de 60 anos), de terno impecável, que não pertencia ao meio artístico. Ele dizia algo como: "O contrato foi renovado, mais 5 anos no topo, mas você sabe o preço... a oferenda precisa ser pessoal". Marlene pegou a bandeja rapidamente e subiu sem ser vista.

3. Padrões Ocultos e o Cantor Jovem
A partir desse dia, ela passou a prestar atenção e percebeu que quase todas as mansões onde trabalhou tinham um padrão: um cômodo trancado no andar de baixo ou em um anexo, além de reuniões periódicas de 5 a 10 pessoas com figuras externas chamadas de "conselheiros" (intermediários entre os artistas e o outro lado).

Em outra casa, ela trabalhou com um cantor jovem que fazia muito sucesso. Com o tempo, ele emagreceu drasticamente, desenvolveu olheiras profundas, paranoias, passou a beber e usar muitas drogas, além de gritar devido a pesadelos.

Num dia em que ela levou água ao quarto dele após um pedido pelo interfone, encontrou-o chorando no chão. Ele disse: "Eu não sabia que ia ser assim, eles não contaram tudo".

Duas semanas depois, ele foi encontrado morto. A mídia divulgou como overdose acidental, mas Marlene chegou antes da polícia e viu marcas profundas de arranhões no corpo dele, como se algo o tivesse arrastado, embora a porta estivesse trancada por dentro. A família e a polícia abafaram o caso rapidamente.

4. Os Altares e as Oferendas
Em outra ocasião, trabalhando na casa de uma atriz lindíssima com uma carreira aparentemente perfeita, Marlene teve que limpar um quarto específico após uma viagem da patroa. No armário escondido, encontrou um altar com velas, fotos queimadas, ossos (que pareciam de galinha) e uma estátua humanóide distorcida com pequenos chifres e asas, além de manchas escuras no chão que pareciam sangue seco.

5. As Festas Secretas e o "Conselheiro"
Dona Marlene também relatou ter trabalhado em festas que jamais apareciam na imprensa ou nas redes sociais, realizadas em locais isolados ou hotéis inteiros alugados:
Primeira festa (Rio de Janeiro): Cerca de 50 convidados famosos e ricos. À meia-noite, um grupo desceu para uma sala decorada de preto e vermelho onde acontecia um ritual com pessoas mascaradas cantando em uma língua estranha e uma mulher nua deitada em um altar. No dia seguinte, todos tomavam café da manhã rindo como se nada tivesse acontecido.
Segunda festa: A pior de todas, segundo ela, pois envolvia crianças entrando e saindo com um olhar "apagado". Isso quase a fez desistir, mas as contas a pagar a fizeram continuar.

Terceira festa: Ela encontrou o tal "conselheiro" de perto — uma figura altíssima de preto com o rosto parcialmente coberto. Ao se aproximar dela, Marlene sentiu um frio paralisante e ouviu a voz dele diretamente em sua mente: "Você vê muita coisa, cuidado". Depois disso, ela se recusou a trabalhar em qualquer tipo de evento fechado, aceitando apenas a faxina rotineira das casas.

6. O Preço de Tentar Sair e o Arrependimento
Segundo Marlene, a estrutura por trás disso é organizada, com regras fixas e alimentada por uma energia coletiva gerada por quem entra. Sair desse sistema significa perder carreira, dinheiro e fama. Ela presenciou três artistas tentarem sair: um morreu em um acidente de carro, o segundo teve a carreira destruída por um escândalo fabricado e o terceiro enlouqueceu e foi internado.

Ao final, questionada pela mãe da criadora do relato se se arrependia, Marlene ponderou que conseguiu dar conforto aos filhos e estudar, mas confessou que há noites em que não consegue dormir lembrando-se das festas e das crianças tipo na ilha de Epstein, questionando se realmente valeu a pena ficar calada.